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11 de Dezembro de 2018

Suicidologia: estudo do comportamento suicida, o CVV e os grupos vulneráveis

Suicidologia é o estudo do comportamento e causas suicidas realizado, na maioria quase absoluta das vezes, por profissionais da Psiquiatria ou da Psicologia. Suicidólogo é o nome que recebem quando da formação na referida especialidade.

Suicidologia estudo do comportamento suicida o CVV e os grupos vulnerveis

Quando decidi escrever este artigo estava pensando num filme que vi um dia desses. Trata-se de "A Teoria de Tudo", filme baseado na vida do físico britânico Stephen Hawking. É um retrato relativamente preciso da carreira e da vida pessoal do cientista mais famoso do mundo na atualidade. Claro, é preciso encarar o longa-metragem com aquele viés típico do estilo "baseado em personagens reais", já assumindo que certos fatos serão reordenados e dramatizados, enquanto outros serão suprimidos. Mas, ainda assim, o filme, baseado em livro da primeira esposa do físico, é bem fiel à realidade.

Acredito que grande maioria que vier a ler esse artigo já ouviu falar de Stephen Hawking, nascido em Oxford em1942, é Físico Teórico e cosmólogo, um dos mais consagrados cientistas da atualidade. Doutor em cosmologia. Autor de muitas obras e ganhador de muitos prêmios, medalhas e títulos.

Apesar de ter sido diagnosticado com ELA (esclerose lateral amiotrófica) com apenas 21 anos e terem lhes dado no máximo 3 anos de vida segue até hoje “ativo”. No entanto, na época, foi gradualmente perdendo o movimento dos seus braços e pernas, assim como do resto da musculatura voluntária, incluindo a força para manter a cabeça erguida, de modo que sua mobilidade é praticamente nula. Em 2005 Hawking usava os músculos da bochecha para controlar o sintetizador, e em 2009 já não podia mais controlar a cadeira de rodas elétrica. Desde então outros grupos de cientistas estudam formas de evitar que Hawking sofra de síndrome de encarceramento, cogitando traduzir os pensamentos ou expressões de Hawking em fala. A versão mais recente, desenvolvida pela Intel e cedida a Hawking em 2013, rastreia o movimento dos olhos do cientista para gerar palavras.

Com todos os problemas de saúde que o afeta até hoje (com 73 anos), o físico segue com a ideia de “mais vida”; considera que só faria um “suicídio assistido” na hipótese de sentrir-se como um peso e não pudesse fornecer nada mais ao mundo, admitiu em uma entrevista à emissora "BBC".

Disse que "manter alguém vivo contra sua vontade é indigno". Apesar disso, o autor do livro "Breve história do tempo", explicou que ficaria incomodado de morrer antes de descobrir e divulgar mais mistérios sobre o universo.

Ao assistir o filme e agora lendo essas “fontes” sobre sua maneira de encarar a vida, penso que “viver é a melhor opção” (título de um livro recém lançado por André Trigueiro – Jornalista, Escritor e Professor) que fala basicamente, sobre a vida e como ajudar alguém que esteja passando por fazes difíceis, com pensamentos suicidas, de sumir, desaparecer. O Autor destinou os direitos autorais ao CVV (Centro de Valorização da Vida), grupo esse criado em 1962 em São Paulo).

Suicidologia estudo do comportamento suicida o CVV e os grupos vulnerveis

CVV (Centro de Valorização da Vida)

é uma das organizações não-governamentais (ONG) mais antigas do Brasil.

Fundada em 1962 por um grupo de voluntários, foi reconhecida como entidade de utilidade pública federal pelo decreto lei nº 73.348 de 20 de dezembro de 1973.

Sua atuação baseia-se essencialmente no trabalho voluntário de milhares de pessoas distribuídas por todas as regiões do Brasil.

É associado ao Befrienders Worldwide, entidade que congrega instituições de apoio emocional e prevenção do suicídio em todo o mundo.

Em 2004 e 2005 fez parte do Grupo de Trabalho do Ministério da Saúde para definição da Estratégia Nacional para Prevenção do Suicídio.

Sua principal iniciativa é o Programa de Apoio Emocional realizado pelo telefone, chat, e-mil, VoIP, correspondência ou pessoalmente nos postos do CVV em todo o país. Trata-se de um serviço gratuito, oferecido por voluntários que se colocam disponíveis à outra pessoa em uma conversa de ajuda e preocupados com os sentimentos dessa pessoa.

O Centro de Valorização mantém também o Francisca Julia Saúde Mental e Dependência Química e trouxe ao Brasil em 2004 o Programa Amigos do Zippy. Trata-se de um programa de desenvolvimento emocional para crianças de seis e sete anos em escolas públicas e particulares. Após o amadurecimento do Programa, foi fundada a Associação pela Saúde Emocional de Crianças - ASEC, para sua gestão. São mais de 18.500 crianças beneficiadas por ano em 323 instituições de 39 cidades.

Missão

Valorizar a vida, contribuindo para que as pessoas tenham uma vida mais plena e, conseqüentemente, prevenindo o suicídio.

Visão

Uma sociedade compreensiva, fraterna e solidária. (As pessoas Vivendo Plenamente, tendo o CVV contribuído para isso)

Valores

· Confiança na Tendência Construtiva da Natureza Humana

· Trabalho Voluntário motivado pelo espírito samaritano, de acordo com a Proposta de Vida

· Direção Centrada no Grupo

· Aperfeiçoamento Contínuo

· Comprometimento e Disciplina

CVV Cria Grupo de Apoio aos Sobreviventes do Suicídio (05/01/2015 - Jornal Brasil Online)

Encontros mensais são destinados a familiares e amigos de suicidas.

Estudos apontam que a cada suicídio, 6 a 10 pessoas são envolvidas e sofrem consequências emocionais ou sociais que podem causar sequelas pelo resto de suas vidas. Normalmente são familiares do suicida ou amigos muito próximos que podem sentir culpa, vergonha, tristeza ou outras emoções bastante marcantes e difíceis de se trabalhar. Devido ao tabu e preconceitos que ainda cercam o assunto, muitas dessas pessoas são discriminadas e perseguidas por amigos, vizinhos e colegas de trabalho ou escola, o que agrava seus traumas, inseguranças e sensação de solidão.

Com base nessa estatística o Grupo de Apoio aos Sobreviventes do Suicídio Anônimo – GASSA, iniciativa do CVV, afirma que se cerca de 32 brasileiros cometem o suicídio diariamente segundo dados do Ministério da Saúde, então, surgem por dia pelo menos 172 pessoas direta e fortemente impactadas por essas perdas.

Além deles, as próprias pessoas que tentaram o suicídio precisam de muito suporte. Não há dados muito específicos, mas estima-se que de cada vítima de suicídio, outras duas tentaram se matar, ou seja, são mais de 60 novos brasileiros nessa situação diariamente e são eles que formam o maior grupo de risco para o suicídio. Se, por um lado são pessoas com alto risco, ao mesmo tempo é um grupo bem definido e fácil de identificar.

Ao mesmo tempo, pessoas com histórico de suicídio na família também apresentam maior propensão a se matar. Conseguimos atender a esses dois importantes grupos simultaneamente: quem já tentou suicídio e os familiares.

O Grupo de Apoio tem por objetivo facilitar a troca de experiências e apoio emocional, permitindo a conversa aberta e anônima de pessoas que vivenciaram situações semelhantes. Esse modelo permite um ganho de qualidade de vida dos participantes e busca do equilíbrio emocional e mental, mas não elimina a necessidade do acompanhamento de profissionais da saúde.

O CVV possui experiência na prevenção do suicídio e apoio emocional há 52 anos e oferece essa nova opção de atendimento gratuito com base no conhecimento acumulado e em técnicas específicas para grupos de apoio a sobreviventes de suicídio.

Serviço

Grupo de Apoio aos Sobreviventes do Suicídio Anônimo – GASSA

Reuniões mensais: toda primeira quarta-feira do mês

Horário: das 19h30 às 21h30

Local: Rua Abolição, 411 – Bela Vista – São Paulo (próximo à Praça Pérola Byington)

Quem pode participar: familiares e amigos de suicidas

Informações: 11 9 8318-9663

Os encontros são confidenciais, sigilosos e gratuitos

O suicídio no Brasil (fontes CVV)

• No Brasil, 1 pessoa morre vítima de suicídio a cada 45 minutos e ao menos outras 60 tentam tirar a própria vida por dia.

• No mundo, uma pessoa se mata a cada 40 segundos.

• Segundo pesquisa da Unicamp, 17% dos brasileiros pensaram seriamente em cometer suicídio no decorrer de suas vidas.

• De todos os casos, mais de 90% poderiam ser evitados.

• Quem tenta suicídio pede ajuda.

Apesar da seriedade do assunto, o suicídio ainda é um tabu na sociedade brasileira o que dificulta a sua prevenção. O CVV acredita que uma forma importante de se evitar novos casos é conversar sobre o assunto para derrubar mitos e quebrar tabus.

Comentários acerca dos grupos vulneráveis; o que pensam os suicidólogos à respeito

Segundo o Jornalista e Escritor André Trigueiro, autor da Obra “Viver é a melhor opção”, os grupos mais vulneráveis ao suicídio são:

Idosos: principalmente àqueles que estão ou vivem sozinhos; doentes com depressão e abandonados. Por que? Segundo ele, essas pessoas acumularam ao longo da vida muitas perdas (todos nós acumulamos), mas os idosos já perderam mais: amigos, irmãos, os pais, vizinhos que lhes faziam companhia e portanto são mais frágeis para adquirir uma depressão e adoecer fisicamente, criando ideias suicidas ou até chegando as vias de fato;

Indígenas: nesse caso em específico os que mais se suicidam são os jovens, pois se sentem desintegrados (seu povo os “desprezam” porque não falam e não seguem, totalmente a cultura raiz, por outro lado, ao chegar na cidade do branco sentem a mesma rejeição, pois são considerados índios – e portanto “seu local não é aqui”); essa falta de integração os leva ao desespero e muitos acabam com a própria vida. O suicídio de índios no Brasil chega a ser seis vezes maior do que a taxa nacional e preocupa especialistas. Dados do Mapa da Violência, do Ministério da Saúde, mostram que, enquanto o índice geral no Brasil é de 5,3 suicídios por 100 mil habitantes, a incidência sobe para acima de 30 em alguns municípios com população indígena.

De acordo com o estudo, alguns dos municípios que aparecem no topo da lista de mortalidade suicida são locais de assentamento de comunidades indígenas, como São Gabriel da Cachoeira (AM), São Paulo de Olivença (AM) e Tabatinga (AM), Amambai (MS) Paranhos (MS) e Dourados (MS). Dados oficiais da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) registram 73 casos de suicídio de indígenas só em Mato Grosso do Sul, em 2013 – o maior índice em 28 anos. Dos 73 indígenas mortos, 72 eram do povo Guarani-Kaiowá.

Depressivos: pessoas com transtornos de humor de qualquer natureza. Aqui também entram jovens e adultos. Os jovens segregados, que também não se integram, que sofrem de bullying, que são diferentes ou optam por viver uma vida distinta da de sua sexualidade (homossexuais) e até os esquisofrênicos (que não são depressivos), pessoas que tiveram uma infância triste e sem o amor dos pais também fazem parte do grupo vulnerável em adquirir a depressão e consequentemente tentarem ou cometerem suicídio.

Os profissionais de saúde que estudam o comportamento suicida pouco descobriram acerca do suicida em potencial. Mas o que de verdade já entenderam é que não é apenas um fator que leva a pessoa a suicidar-se. Mesmo que alguém (o próprio suicida deixe nota dizendo o motivo) não é somente ele (o motivo), há várias nuaces que podem ter levado essa pessoa a exterminar o seu projeto de vida antes do tempo. A principal fator é o psicológico, e como em qualquer enfermidade há um desencadear genético (se alguém da família já passou por isso, haverá possibilidade de outro membro da família fazer o mesmo). Pessoas com histórico familiar tem que haver controle maior porque não conseguem lidar com perdas (morte de pessoas queridas), doenças terminais e até perdas financeiras. Foram essas as poucas conclusões que chegaram os suicidólogos.

Fontes: http://pt.wikipedia.org/wiki/Stephen_Hawking

http://www.cvv.org.br/site/clippings/161-cvv-cria-grupo-de-apoio-aos-sobreviventes-do-suicidio.html

http://saúde.ig.com.br/minhasaude/2014-10-08/suicidio-de-indios-no-brasil-chegaaser-seis-vezes-maior-do-que-taxa-nacional.html

Autoria e comentários: Elane F. De Souza OAB-CE 27.340-B

Foto/Créditos: alvarovaldivia. Com e correiofraterno. Com. Br

3 Comentários

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Vivi um caso de um amigo muito próximo que suicidou-se aos 19 anos. Ele reflete essa pesquisa que mostra o impacto de casos familiares; sua mãe tinha feito o mesmo quando ele tinha apenas 6 anos. Esse era um tema constante. Nós os amigos ficávamos atentos à momentos depressivos... mas ele começou um tratamento com Prozac, e bebia mesmo assim - hoje eu acredito que o médico que receitou o Prozac sequer leu a bula, que dizia que "pacientes com tendências suicidas só devem tomar o medicamento sob observação constante (leia-se internados). Bem, ele morreu no dia das mães, o que demonstra uma outra linha de pesquisa da"dedicatória"do ato, neste caso, mais óbvia impossível. Não li o livro do jornalista, mas acho o título pretensioso... pois toda a crise do suicida se define numa tentação de tomar a decisão de morrer, com tantos complexos atuando, que a racionalidade"gentil"de"optar" pela vida... bem, quando ele morreu, eu usei o CVV e foi muito boa a experiência, de falar com um desconhecido sobre o caso, alguém com experiência... continuar lendo

Bom dia Thiago
Obrigada pela leitura e comentário (aliás, é mais um depoimento, por sinal triste).
Não sei se é pretensioso ou não o título do livro, ou o livro em si, porque também não li, mas tenho visto várias palestras com o autor André Trigueiro no Youtube (algumas de 1h30, outras com 2h:30 mais ou menos), são grandes palestras sobre o assunto em questão..., na verdade ele é ótimo, só ainda não fui em uma pessoalmente porque não veio na minha cidade e também porque tenho uma certa "aversão" (que me perdoem os que creem) a qualquer tipo de religião e ele é espírita e a maioria das palestras são patrocinadas pelos centros espíritas....,
mas como pode perceber estou "aberta" a qualquer tese que fale sobre o bem e a valorização da vida do ser humano. Talvez eu ainda compre o livro e até vá a uma palestra pessoalmente, pois me impressionaram sempre.
Mas a verdade é que falar de suicídio ainda é um tabu, como dizem os suicidólogos, dá até uma melancolia para falar a verdade (meio mórbido, não é?).
Mas acredito que todos deveriam saber mais e saber como lidar com ele...., o CVV está aí para que peçam socorro quando necessitarem falar sobre o assunto...., eles ouvem sem te julgar!
Abraço
e obrigada.
Elane continuar lendo

Olá! Boa noite.

A minha opinião sobre o suicídio: sou favorável.

Muitos tratam como uma patologia mental, mas acredito que é um direito de todo cidadão, infelizmente a vida não é satisfatória a todos e não temos autonomia para escolher vir ou não ao mundo. Acho grave quando não temos esta escolha.

Deve haver pessoas que não passam dos dez anos de idade e outras que trabalham a vida toda e morrem. Será que o suicídio não seria viável neste aspecto?

Sei que podemos mudar nossas vidas, mas em países extremamente pobres as oportunidades são mínimas, as pessoas vivem praticamente submetidas em tais realidades sem quase nenhuma perspectiva de melhora.

Imagine a realidade de vida de uma pessoa que nasce no Haiti, o país mais pobre da América, na República Centro-Africana, o país mais pobre do mundo, na Serra Leoa para outra que nasce na Alemanha, na Inglaterra, no Japão? Daí dá para ter uma ideia de que a vida não é satisfatória e justa a todos, não é?

É verdade que pessoas que são diagnosticadas com depressão geralmente pensam em suicídio, entretanto, acredito que nem todos que pensam em suicídio são depressivos.

Outro ponto que faz com que eu defenda o suicídio é o fato de não escolhermos certos aspectos de nossas vidas. Por exemplo: o país, a região, a família, a classe social, a moradia, a cor da pele, a beleza (simetria facial e o corpo), gênero, etc. Então, quando não temos o direito de escolhermos, gera um pouco de insatisfação.

O que seria melhor, nascer no Brasil ou na Alemanha? Ter uma família desestruturada ou estruturada? Pertencer à classe social D ou A? Ser belo ou não ser tão belo? Queremos sempre o melhor para nós, mas, infelizmente, não escolhemos estas coisas.

Também não temos autonomia sobre nossos sentimentos: para se apaixonar por alguém, nos basta ver. Considero esta questão um pouco grave, pois causa outras dificuldades. Amor não correspondido pode causar depressão.

Outro exemplo relacionado (que sucedeu no passado): antigamente, numa família, quem escolhia um homem para casar-se com a filha era o pai. Imagino que muitas mulheres ficavam insatisfeitas por não terem a autonomia de escolha e, principalmente, por não possuir afetividade com o futuro marido.

Penso e idealizo o meu suicídio diariamente, pois estou insatisfeito com praticamente tudo que exemplifiquei acima e diversos outros aspectos. Infelizmente há coisas na vida que são imutáveis, irreversíveis, nascem com a gente e não há como resolver. Só pelo fato de saber que nem tudo que quero poderei ter na vida, já é extremamente angustiante e a vida torna-se um fardo. Tenho alguns sonhos que provavelmente nunca se tornarão uma realidade, me faz mau viver sabendo disto.

Pode ser provável que alguém pense que estou com depressão, mas na verdade não tenho. Li sobre as causas e só tenho o "isolamento social" porque sou tímido e introvertido, acho que seja normal para quem é assim. E o “pensamento suicida”, porém, acredito ser um direito meu, assim como de todos, então, no meu caso, não vejo como um sintoma da depressão.

É necessário pensar bem. Tentar prevenir o suicídio pode ser o mesmo que desejar que uma pessoa com uma doença gravíssima em estado terminal continue viva. Estaria fazendo com que pessoa sofra mais. Então, discordo um pouco com a ideia de “prevenção ao suicídio”.

Bem, esta é a minha opinião. Não acredito que o suicídio seja algo de anormal, para mim é um ato de libertação da angústia, tristeza e outros sentimentos ruins para problemas insolucionáveis.

Tudo bem que a Organização Mundial da Saúde trata o suicídio como doença, entretanto, a OMS havia considerado o homossexualismo como “doença”. Então pode ser que eles estejam um pouco equivocados novamente. Se a OMS dissesse que a maioria dos suicidas possuísse alguma patologia mental, aí ela poderia estar mais correta.

A única restrição que tenho ao ato do suicídio é quando alguém, principalmente uma criança, depende do mesmo para sobreviver, mas acredito que na maioria dos casos não acontece isso.

Peço perdão pelo comentário extensivo e se me equivoquei em alguma parte, pois este assunto me interessa bastante. continuar lendo